O homem moeda

Segundo Lacan, o amor e o ódio são faces da mesma moeda. ( acho que foi +/- isso que ele falou).
Nós somos a moeda dessa história, possuímos as duas faces: amor e ódio, bem e mal, ying e yang, he-man e o esqueleto hehe... e assim por diante. Claro que um dos lados se sobressai ao outro, contudo eles podem aparecer aleatoriamente pois ninguém é perfeito, então é passível de mudança e de erros também- diga-se de passagem.
Nem sempre podemos manter o lado bom da moeda; não é todo dia que conseguimos fazer as coisas corretas, às vezes fazemos coisas erradas sem intenção, e com intenção também... afinal, somos humanos que erramos em nossos julgamentos e podemos causar injustiças, até crueldades.
Quem somos nós para saber o que está certo ou errado? as vezes ao nosso olhar as coisas andam muito bem, no entanto podemos estar atrapalhando outras pessoas. Segundo marx "o homem é antes de tudo, um ser material" e por ser material, pensa primeiramente em si, ou seja tende a deixar tudo para trás se quiser realizar seus interesses .
Bem, para tentar dar um fim a esse texto estranho, eu proponho uma reflexão sobre a teoria da liberdade, na Grécia do passado. Para os gregos antigos, o conceito de liberdade é: ter consciencia sobre suas atitudes... interpreta-se que, não podemos acertar em tudo, porém devemos trabalhar nossa consciência para agir da maneira que melhor nos convier, tentando sempre analisar a situação com sabedoria.
O problema é que nem sempre somos sábios então... lasca tudo hehehe
ps: se eu fiz alguma citação errada, perdão... sou um pobre leigo
Citações perfeitas amigo Saulo. E Lacan é doido mesmo. Haha. O interessante é que, assim como a maioria dessas dicotomias, existe sempre uma que suposta e utopicamente é a que deve ser aclamada. Vê o pobre do Esqueleto, |:. hahaha
ResponderExcluirÓtimo Texto =)