The dark side of the moon - The hole

Acordar, escovar os dentes, lavar o rosto e pentear o cabelo são atividades rotineiras e que fazemos automaticamente. Não contamos quantas vezes piscamos ou quantos passos caminhamos num dia, é detalhe não importa. O problema é quando cada detalhe começa a importar e passar a ser percebido.
Suor, cansaço, diversão, felicidade... A que ponto estamos vivenciado esses fenômenos intrasubjetivos? Cada dia, cada fenômeno e situação, para o que nos leva e desde onde nos trouxeram e nos acompanham? É valido e valioso tudo o que é vivido e feito?
Talvez certas coisas sejam apenas ilusão: carinhos, afagos, esperança e consideração... Parece que tudo ruma para um buraco simbólico onde os caminhos sempre se guiarão, passando por flores ou por espinhos, o buraco é o seu fim. E o nome do buraco é destino.
Como eu disse, o problema é reparar quando cada detalhe começar a ser percebido.. O buraco é inevitável e independente do seu meio. O buraco é o fim e a “realidade”.
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