A revolução das máquinas
Isaac Asimov foi um escritor de ficção científica que abordava temas de ética e moral ao longo de suas obras futurísticas. A relação homem-máquina sempre foi o alicerce de suas histórias e para acontecer a convivência harmoniosa entre seres humanos e robôs num momento futuro, quando o avanço cientifico será grande ao ponto que humanos e androides convivam em igualdade, Asimov criou as leis universais da robótica. Ainda que ele postule essas leis que promovam uma pacificação, o mesmo aponta que sempre haverá riscos para essa relação entre diferentes, ocorrendo talvez uma possível briga por território e guerra entre ambos.
Em geral, quando se fala de máquinas tomando conta do mundo e ameaçando a civilização, normalmente se imagina um exército armado composto por super robôs, sendo estes desenvolvidos através de alta tecnologia e possuindo sistemas de informação integrados; seres oniscientes e com domínio total da internet e demais vias de comunicação. Contudo, nem Asimov nem outros ícones da tecnologia e ficção científica se deram conta que a verdadeira revolução das máquinas já está em curso e não é composta por nenhum tipo de aparato ainda não inventado. Aliás, as máquinas já possuem um a estratégia muito bem definida de como podem acabar com a raça humana e planejam fazer isto sem derramar uma gota de sangue - apostando na destruição humana através da raiva.
O fim dos homo sapiens seguem dois simples passos: O primeiro diz respeito a dependência da tecnologia como uma necessidade básica para sobrevivência e o segundo consiste em simplesmente estressar os humanos até que aconteça, pouco a pouco, uma extinção dessa raça através da raiva e do ódio.
O primeiro acontece desde o fim do século XVIII com a revolução industrial. A partir deste marco histórico, as máquinas passaram a ter cada vez mais espaço entre o cotidiano, tanto como instrumentos de trabalho - auxiliando na geração de riquezas e otimização de tarefas - quanto nas possibilidades de lazer e entretenimento. As máquinas foram mudando, se modernizando e concomitante ao desenvolvimento tecnológico, tem passando a ser cada vez mais indispensáveis para a vida humana.
O segundo passo dessa revolução já está atualmente em curso e é orquestrada por dispositivos tecnológicos que são utilizados pela humanidade nos dias de hoje: celulares, computadores, tablets, filmadoras e etc. Tenho certeza que vocês já vivenciaram momentos de fúria e passaram por necessidade, ao menos uma vez, diante destes aparatos.
Os celulares, por exemplo, travam especialmente quando precisam enviar algum tipo de arquivo ou carregam vídeos e outras mídias na velocidade de uma tartaruga. Além disso, o maior problema de um smartphone ou tablet consiste na sua capacidade de armazenamento, capacidade esta que é planejada maquiavelicamente por estes dispositivos com o intuito de deixar desnorteados, injuriados e infelizes aqueles indivíduos que os possuírem.
E aquele problema de configuração de algum driver do PC e ninguém sabe de onde veio? E quando os computadores param de funcionar "do nada" e em momentos indevidos? e quando o computador simplesmente insiste em não ligar? nada desses eventos ocorrem por acaso, tudo é planejado. A revolução está a todo vapor e quando o primeiro humano morrer de estresse/ódio e tiver um ataque do coração em razão de uma atualização do windows, neste momento a guerra será declarada abertamente.
Para além dos dispositivos eletrônicos que mostrei acima, há uma máquina que é a mais cruel e nefasta de todas... O melhor exemplo de geração de ódio e revolta, o terror de todos os humanos ao menos uma vez na vida - A impressora. O caos impera quando uma impressora não quer trabalhar: pode colocar a folha de frente, de lado, pode trocar cartuchos, recarregar cartuchos, pode ligar e desligar, pode fazer uma oração e até ameaçá-la com um machado, dar porradas. Nada disso vai funcionar! Quando uma impressora não quer trabalhar, nada vai dar certo. As impressoras são o próprio mal ungido na forma de metal e fios. Sua função não é imprimir coisas - isso é apenas fachada - seu papel é muito bem definido na estratégia das máquinas: seu papel é irritar os humanos, promover discórdia, desalento e desespero. é para isso que elas existem.
Por fim, a humanidade corre sérios riscos. A robótica não precisa avançar muito mais para conseguir obter o seu tão sonhado plano de dominação mundial e controle absoluto do planeta, seu método está muito bem definido e seus objetivos são pouco a pouco alcançados a cada vez que alguém grita ou xinga qualquer aparelho eletrônico. A guerra já começou e estamos condenados.
Os celulares, por exemplo, travam especialmente quando precisam enviar algum tipo de arquivo ou carregam vídeos e outras mídias na velocidade de uma tartaruga. Além disso, o maior problema de um smartphone ou tablet consiste na sua capacidade de armazenamento, capacidade esta que é planejada maquiavelicamente por estes dispositivos com o intuito de deixar desnorteados, injuriados e infelizes aqueles indivíduos que os possuírem.
E aquele problema de configuração de algum driver do PC e ninguém sabe de onde veio? E quando os computadores param de funcionar "do nada" e em momentos indevidos? e quando o computador simplesmente insiste em não ligar? nada desses eventos ocorrem por acaso, tudo é planejado. A revolução está a todo vapor e quando o primeiro humano morrer de estresse/ódio e tiver um ataque do coração em razão de uma atualização do windows, neste momento a guerra será declarada abertamente.
Para além dos dispositivos eletrônicos que mostrei acima, há uma máquina que é a mais cruel e nefasta de todas... O melhor exemplo de geração de ódio e revolta, o terror de todos os humanos ao menos uma vez na vida - A impressora. O caos impera quando uma impressora não quer trabalhar: pode colocar a folha de frente, de lado, pode trocar cartuchos, recarregar cartuchos, pode ligar e desligar, pode fazer uma oração e até ameaçá-la com um machado, dar porradas. Nada disso vai funcionar! Quando uma impressora não quer trabalhar, nada vai dar certo. As impressoras são o próprio mal ungido na forma de metal e fios. Sua função não é imprimir coisas - isso é apenas fachada - seu papel é muito bem definido na estratégia das máquinas: seu papel é irritar os humanos, promover discórdia, desalento e desespero. é para isso que elas existem.
Por fim, a humanidade corre sérios riscos. A robótica não precisa avançar muito mais para conseguir obter o seu tão sonhado plano de dominação mundial e controle absoluto do planeta, seu método está muito bem definido e seus objetivos são pouco a pouco alcançados a cada vez que alguém grita ou xinga qualquer aparelho eletrônico. A guerra já começou e estamos condenados.


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